A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) provocou impactos importantes sobre os pequenos negócios, mas há opções criativas para manter as vendas de produtos e serviços. Ótimos espaços para atrair, engajar e converter, o uso de ações de marketing em redes sociais é uma boa opção para aqueles que nunca precisaram vender online, mas que agora, com as portas de estabelecimentos comerciais fechadas, precisam se adaptar rapidamente a atual realidade do país.

O Ministério da Economia criou uma página para informar sobre todas as ações que o Governo Federal está tomando para minimizar o impacto do coronavírus no setor produtivo. A página “Vamos vencer – Medidas de apoio ao setor produtivo”, que está hospedada no portal gov.br, procura ajudar o empresário a se orientar em relação às inúmeras ferramentas implementadas pela equipe econômica.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) encaminhou nesta segunda-feira (30) duas cartas endereçadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em que pede medidas para a sobrevivência dos pequenos e médios varejistas frente à crise do Coronavírus. Além da CACB, assinam os documentos a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

''A prioridade é salvar vidas", disse o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), José Carlos Magalhães Pinto, em entrevista ao CB.Poder, uma parceria do Correio Braziliense com a TV Brasília, na tarde da última terça-feira (31/3). Ele ressaltou que o momento de enfrentamento à Covid-19 é difícil para todos e que alguns comércios têm fluxo de caixa que aguenta mais 15 dias apenas. 

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, anunciou um pacote de medidas de socorro a pequenas e médias empresas para que elas possam garantir o pagamento da folha de pessoal pelos próximos dois meses. Em coletiva de imprensa ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e dos presidentes da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, nesta sexta-feira (27/3).