Na era das relações humanas em foco, mensagens instantâneas podem ser uma importante ferramenta para se aproximar dos clientes. O WhatsApp revolucionou a maneira como nos mantemos próximos das pessoas. Não importa a distância, podemos conversar em tempo real, enviar fotos, vídeos, figurinhas, áudios, GIFs e até fazer chamadas de vídeo e de áudio. Esses recursos podem ser explorados pelo varejo com simplicidade e um pouco de criatividade. Basta eleger a estratégia mais adequada para seu negócio.

Consumidores que tiveram uma experiência de compra frustrante têm três vezes mais chances do que clientes satisfeitos de não comprar novamente produtos da mesma marca. Por outro lado, as empresas que superam as expectativas dos consumidores podem aumentar significativamente suas receitas, uma vez que quase metade dos consumidores pagariam mais por uma melhor experiência de compra, segundo pesquisa da Accenture.

A privacidade, o vazamento de dados pessoais e como as empresas usam as informações de seus clientes são assuntos que ganham cada vez mais relevância. Os consumidores estão mais atentos e menos propensos a compartilhar seus dados. Por isso, empresas que investem em políticas de privacidade claras e mostram, de forma transparente, como as informações são usadas têm mais chance de conquistar a confiança (e os dados) dos consumidores.

Um estudo recente da First Insight, realizado com mais de 1.000 consumidores norte-americanos, entrevistados em dezembro de 2019, constatou que a geração Z está tomando mais decisões de compras com base em práticas sustentáveis de varejo do que as outras gerações.

A ciência pode nos ajudar a vender. E mais: ela pode apontar o que é efetivo nas estratégias, indicar novos caminhos de conexão com o cliente e responder por que certas ações dão certo e outras não. Isso se chama neurociência e traz para o marketing comprovações científicas para um campo até então de conhecimento da área de humanas.