Atualmente, a comunicação está cada vez mais direcionada a esta ferramenta, seja num bate papo entre amigos ou em uma negociação. As funcionalidades do WhatsApp Business, no ar desde o ano passado, ainda são desconhecidas por alguns empresários.

A Cashback World, comunidade de compras internacional, multicanal e multissetorial que permite que afiliados recebam parte do seu dinheiro de volta (cashback) a cada compra feita, elencou as cinco tendências que irão marcar o varejo em 2019.

Quem nunca se sentiu especial ao receber um “cartão de fidelidade” de uma renomada loja de departamentos ou de uma companhia aérea? Nos anos 1990, ser economicamente ativo no Brasil era a senha para que alguém fosse contemplado com alguma iniciativa do comércio ou de prestador de serviços, em busca de tornar um consumidor eventual em assíduo comprador e, quem sabe, um propagador involuntário de sua marca junto a públicos diversos.

Passada a euforia das compras de Natal e das comemorações do Réveillon, o mês de janeiro é um período de reflexão, que exige do consumidor muito planejamento para não começar o ano com as finanças desajustadas. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que apenas 9% dos brasileiros dizem ter condições de pagar as despesas sazonais do início de ano, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e material escolar, com os próprios rendimentos. A pesquisa ainda mostra que 11% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento financeiro para pagar esses compromissos neste início de ano.

Os termos que têm sido criados lá na China também tomam espaço no restante do mundo. É o caso de new retail, cuja tradução literal significa novo varejo, mas tem uma interpretação que vai muito além do sentido rudimentar. A integração dos mundos on-line e off-line, bem como de todos os serviços que orbitam esses mercados, tem um principal objetivo: colocar o cliente no centro da experiência de consumo e, a partir do seu comportamento, criar um ciclo virtuoso que alimente novas estratégias, cada vez mais personalizadas, convenientes e, claro, rentáveis ao varejo.