A Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF) reconhece a importância das medidas restritivas determinadas pelo governo do Distrito Federal para preservar a saúde da população. No entanto, a CDL-DF demonstra apreensão com as consequências que a pandemia irá causar à economia e, por isso, irá propor ao GDF medidas fiscais e creditícias que possam resguardar as empresas, os empregos, a renda e a arrecadação.

Ao lado de outras entidades como, FIBRA, Fecomércio, Sebrae e CODESE, a instituição defende, desde o princípio, a prorrogação de impostos federais para negócios enquadrados no Simples Nacional; a prorrogação dos impostos estaduais e federais para todas as empresas; e diminuição das alíquotas destes. Com a parceria com as entidades do setor, o Banco de Brasília, BRB, garantiu uma linha de crédito operacional de até R$ 1 bilhão, com o intuito de preservar as atividades das empresas durante esta crise.
“Estamos atentos às constantes mudanças do cenário e gostaríamos de reforçar nosso compromisso em encontrar soluções que preservem as empresas, os empregos e o atendimento aos consumidores”, conclui o presidente José Carlos Magalhães Pinto.

Para o presidente, “uma das preocupações é em relação ao aumento da inadimplência das empresas durante a crise”. Por isso, a CDL-DF ressalta que seguirá acompanhando o cenário local para solicitar ao Governo do Distrito Federal, sempre que necessário, medidas que minimizem os efeitos da crise do Covid-19 no setor de comércio e serviços, especialmente para as pequenas e médias empresas.

Os comerciantes do Distrito Federal estão fazendo sua parte para que possamos sair, logo, da crise do coronavírus e a CDL-DF está trabalhando para que o comércio passe por esta adversidade com o menor impacto possível.