Eliminar o fator humano é modernizar? Na onda das “novas tecnologias”, que permitem ao ser humano entrar em uma loja e adquirir produtos sem precisar ter dinheiro no bolso, cartão de crédito na mão ou mesmo estabelecer contato, nem mesmo visual, com algum vendedor, essa é uma questão ainda a ser respondida. 

Chegou a época mais aguardada do ano: o Natal. Para muitos, é período de festas com muita comida e comemoração; para outros, época de reunir a família e agradecer as conquistas do ano, sem descartar os que adoram dar ou receber presentes. Para o comércio, o Natal começa bem antes. Há toda uma preparação com formação de estoques, treinamento de mão de obra e um cuidado especial com a decoração para atrair mais clientes.

Promessa de investimentos com retorno financeiro muito acima da média pode levar investidores a modalidades fraudulentas

Não é de hoje que o mercado financeiro avisa: para ter maior rentabilidade nos investimentos, tem que arriscar. A nova era de juros baixos no Brasil faz com que o investidor precise buscar novos produtos para manter seus investimentos com uma remuneração satisfatória.

Em agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre de 2019. Os números indicaram uma variação positiva de 0,4%. Na comparação com igual período de 2018, o indicador subiu 1,0%. O resultado foi acima das expectativas do mercado e afastou o risco de uma recessão. Agora, o governo começa a pensar em 2020, para quando espera um crescimento de 2,2.

A Acquia, empresa americana de experiência digital que capacita outras empresas, publicou o “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends”, um estudo de mercado onde 90% dos consumidores disseram acreditar que as marcas não estão acertando o alvo quando o assunto é experiência do cliente.

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