A pandemia deixou todas as relações mais digitais, inclusive a de empresas com clientes. Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas no ano passado mostrou o WhatsApp como a plataforma mais utilizada pelos empreendedores para impulsionar as vendas. De olho nisso, o Sebrae disponibilizou 15 cursos gratuitos e online para este público fazer pelo aplicativo.

A pandemia alterou para sempre o comportamento dos consumidores. O que valorizamos, como consumimos e onde gastamos nunca mais serão a mesma coisa. As empresas que explorarem e entendem essas mudanças estarão um passo à frente da concorrência. Pensando nisso a Euromonitor International divulgou nesta terça-feira (19) a edição 2021 do relatório “10 Principais Tendências Globais de Consumo”. No documento, a empresa inglesa de consultoria listou o que seria a inclinação do consumidor para os próximos anos, que, invariavelmente, passará por sentimento de resiliência e adaptabilidade, sempre em busca de um futuro melhor para si e para o planeta.

Apesar das dificuldades enfrentadas nos últimos meses pelos donos de pequenos negócios, o ano de 2020 foi marcado pela expansão do crédito bancário para as micro e pequenas empresas brasileiras. É o que mostra a 8ª edição da Pesquisa “Financiamento dos Pequenos Negócios no Brasil”, produzida pelo Sebrae, entre os dias entre os dias 14 de setembro e 11 de novembro deste ano. O levantamento anual, feito desde 2013, identificou também que no segundo trimestre de 2020, período mais difícil da pandemia, aumentou em 35% o volume de crédito concedido pelos bancos, comparado ao II trimestre de 2019. O volume de crédito concedido passou de R$ 65 bilhões no segundo trimestre de 2019 para R$ 87 bilhões, no mesmo período de 2020.

Vivemos um momento sensível. Apesar da esperança trazida pela chegada da vacina ao Brasil, precisamos lembrar que a pandemia não acabou. Ainda é preciso seguir com os cuidados que viemos adotando nos últimos meses. O distanciamento social, a higienização dos ambientes e das mãos com água e sabão ou álcool em gel, além do uso de máscaras ainda são fundamentais.

O comércio eletrônico foi a forma que a grande maioria das empresas encontrou para enfrentar a crise gerada pela pandemia de Covid-19. De acordo com a 9ª edição da pesquisa “O Impacto da Pandemia de Coronavírus”, elaborada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), sete em cada dez empresas já atuam nas redes sociais, aplicativos ou internet para impulsionar suas vendas. Em maio, bem no início da pandemia, esse percentual era de 59%.