Feriados prolongados são datas favoráveis a perda e extravio de documentos – e se eles caem em mãos erradas isso pode trazer grande dor de cabeça para o cidadão. Com o carnaval de Brasília em ascensão e uma quantidade de pessoas cada vez maior nos blocos de rua, é necessário redobrar os cuidados para evitar transtornos. Mas, quando o extravio acontece, informar a polícia e os órgãos de proteção ao crédito, que fornecem serviços específicos para esses casos, pode minimizar os danos.

Com a crise econômica vivida pelo País, o número de desempregados é alto. No Distrito Federal, a taxa chegou a 19,33% em janeiro, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diees). Apesar desses dados preocupantes, o comércio tem reagido e contribuído para mudança do quadro.  

A pesquisa “O desemprego e a busca por recolocação profissional no Brasil”, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) juntamente com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que, no Brasil, 7 em cada 10 desempregados aceitariam um salário inferior ao que ganhavam no último emprego. De acordo com o presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto, isso se justifica pelos sinais de melhora que a economia tem apresentado. “As pessoas querem trabalhar e acreditam que, com a melhora da economia que todos estamos esperando, elas podem ganhar mais no futuro próximo”, afirma.

A preocupação com o meio ambiente e práticas sustentáveis entrou na discussão de diversos setores nos últimos anos, e com o varejo não foi diferente. A tendência mundial exige adaptações e mudanças no funcionamento das empresas, mas além de contribuir com a sociedade esse caminho também pode representar economia de recursos.  

Na segunda-feira (13), o presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães, participou da cerimônia de assinatura do decreto que institui o Grupo de Trabalho para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Âmbito do Distrito Federal. A medida compõe a Agenda de 2030, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), e norteia os rumos que o DF deve seguir nos próximos anos.

Feriados nem sempre são as datas favoritas dos lojistas, pois o comércio fecha as portas e não há faturamento nesses dias. Por outro lado, eles podem impulsionar as vendas nas semanas anteriores, e no carnaval não é diferente. Com a economia do País apresentando sinais de melhora, os comerciantes do Distrito Federal estão otimistas e esperam um resultado melhor que o de 2016, especialmente por conta do crescimento das festividades carnavalescas na capital.

Em 2015, os blocos de rua, principal atração carnavalesca da cidade, atraíram 370 mil pessoas. No ano passado, o número subiu para 870 mil, e a estimativa para 2017 é reunir 1,9 milhão de foliões, segundo a Secretaria de Cultura.

O presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto, participou da NRF Big Show 2017, o maior evento de varejo do mundo, realizado em Nova York, nos Estados Unidos, pela National Reatail Federation. Ao todo, a NRF teve 35 mil participantes de 94 países – do Brasil, foram 1.145 pessoas inscritas – e revelou as principais tendências do comércio para os próximos anos.

O tema dominante das palestras foi o relacionamento com pessoas, tanto funcionários quanto clientes. Vários empresários enfatizaram a importância de conhecer as necessidades dos envolvidos no processo de compra, tendo a tecnologia como aliada, tanto para a coleta de dados, quanto para a realização de trabalhos repetitivos, deixando sobrar tempo ao empregado para atender os clientes.