Esta semana a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgou a edição de Fevereiro/2022 da publicação Panorama do Comércio, que compila os principais dados econômicos e sociais relacionados ao comércio. De acordo com o relatório, “em 2021, segundo ano marcado pela pandemia de coronavírus, as vendas do varejo ampliado, que inclui o comércio varejista, além do comércio de veículos, motos, peças e materiais para construção, cresceram. O avanço foi de 4,5% e sucedeu uma queda de 1,4% em 2020.

Conhecer as preferências e os desejos dos consumidores é uma das principais informações que o varejista precisa ter em mãos atualmente. Contudo, quem espera que eles digam de forma clara o que querem pode procurar uma cadeira e aguardar pacientemente por um longo tempo. Não, o cliente não vai revelar o que quer de forma tão fácil (até porque, em muitos casos, ele nem sabe ainda o que deseja), mas é possível descobrir com outras técnicas. Uma das principais é a observação do fluxo dos visitantes no estabelecimento físico.

A reforma tributária e a alta dos preços dos combustíveis estiveram entre os temas mais citados pelos senadores como prioritários na sessão legislativa de 2022, aberta na última quarta-feira (2). A proposta de reforma tributária (PEC 110/2019), com relatório do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e deve ser apreciada na reabertura dos trabalhos.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou o projeto de Lei Orçamentária Anual deste ano (Lei 14.303/21), que destina R$ 89,1 bilhões ao programa social Auxílio Brasil. Inicialmente, o projeto de lei (PLN 19/21) oferecia 34,7 bilhões para transferência de renda a famílias na linha da pobreza. O volume só foi ampliado em R$ 54,4 bilhões porque o Congresso adaptou a proposta a emendas constitucionais que mudaram o cálculo do teto de gastos e limitaram o pagamento de precatórios para R$ 45,6 bilhões neste ano.

 

Depois de iniciarem a cobrança por Pix de empresas ao longo de 2021, os bancos vêm adicionando tarifas junto com a evolução dos serviços do sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. Embora a cobrança do Pix seja permitida para pessoas jurídicas, a prática não foi iniciada junto com o lançamento da ferramenta. Mas, com a popularização do Pix, as taxas, que podem chegar a R$ 150, surgiram e têm sido ampliadas.