2022 tem todos os requisitos para ser um grande período para os negócios. Mais recuperado que os outros dois antecedentes, este ano reserva a chegada de tecnologias almejadas, maior debate com a sociedade, mudanças no atendimento, jornada e experiência, novos hábitos de consumo, entre tantas outras novidades. As mudanças já estão sob a mesa, basta ter a perspicácia para acompanhá-las. E uma série de empresas já apontam hábitos de consumo para o mundo corporativo em 2022, como a Euromonitor, que recentemente anunciou dez tendências globais de consumo para este ano. 

O brasileiro prefere estabelecimentos e marcas que ofereçam programas de fidelização, sobretudo, para utilizar no lazer. Esta afirmação está no recente estudo Generation Pay, realizado pela Worldpay from FIS em parceria com a Savanta. O relatório aponta que para 74% dos consumidores é importante ou muito importante esse tipo de benefício nas compras de viagens ou férias e para 64% da população o interesse é por lojas que tenham programas de fidelidade na hora de comer fora.

A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou, nesta terça-feira (11), a Portaria 214/2022, que instituiu o Programa de Regularização Fiscal de Débitos do Simples Nacional inscritos em dívida ativa da União até 31/01/2022. O prazo para adesão ao novo Programa de Regularização Fiscal de Débitos do Simples Nacional, criado pela portaria 214/2022, termina no próximo dia 31 de março.

O senador Jorginho Mello (PL -SC) chega nesta terça-feira (11) a Brasília com uma proposta de solução para o veto ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp). Esse programa visava beneficiar pequenas e microempresas e também microempreendedores individuais — os MEIs — com o parcelamento de dívidas em até 15 anos, mas foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro (VET 8/2022).

O presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou integralmente o projeto de lei que instituía o chamado Relp (Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional). A legislação criaria um novo programa de refinanciamento de dívidas das micro e pequenas empresas, com o perdão de multas e encargos. O setor acumula dívida de R$ 50 bilhões.