Já parou pra pensar que estamos no Século XXI mas, muitas vezes, agimos como se estivéssemos no Século XVIII? Os resquícios da Revolução Industrial ainda influenciam em nossa forma de agir e trabalhar. É extremamente importante que possamos ser entendidos como profissionais com infinitas competências para aprender a lidar com diversos problemas que podem surgir por aí, e não mais como simples ferramentas de um processo; processos esses que, apesar de terem similaridade com os do passado, se fazem presentes na nossa nova realidade.

 

Para tanto, são necessários conhecimentos técnicos e práticos que certamente vão ajudar no desenvolvimento e aplicação resoluções para os desafios do dia-a-dia, tanto pessoal quanto profissionalmente. Parece desafiador ler tudo isso, não é? Mas essa é a nossa vida. Muitos falam sobre a “receita do sucesso”; a verdade é que não há receita pronta, mas há quem possa fazer o “bolo” com maestria, aplicando ferramentas simples e eficazes nas diversas situações que o mercado nos cobra diariamente.

Com 296 votos favoráveis e 177 contrários, foi aprovado nesta quarta-feira (26), no Plenário da Câmara dos Deputados, o texto-base da Reforma Trabalhista (Projeto de Lei nº 6787/2016). Agora o PL segue para a apreciação do Senado Federal, mas antes os parlamentares discutirão destaques que são as propostas de mudança para o  projeto. A criação de novos tipos de contratos como o trabalho intermitente, o fim da contribuição sindical obrigatória e o fracionamento das férias estão entre os principais pontos alterados na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).


Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a alteração das leis trabalhistas representa uma grande vitória empregados e empregadores. “A modernização da CLT traz a autonomia para os trabalhadores quando permite a negociação novos modelos de contrato de trabalho. Este é o principal fator da reforma que gerará empregos e renda para movimentar a economia do país, além de estimular a formalização no mercado de trabalho ”, destacou Pinheiro.

Confirmando a expectativa de que a recuperação econômica será lenta e progressiva, o volume de vendas a prazo na semana anterior a Páscoa (que, este ano, foi entre os dias 9 e 15 de abril) apresentou um leve crescimento de 0,93% na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se da primeira alta observada na data desde o ano de 2014, quando o crescimento fora de 2,55%. Em 2015, houve uma queda de -4,93%, posteriormente aprofundada para -16,81% em 2016. Os dados foram apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Se tratando de Tecnologia da Informação aplicada ao negócio, o setor financeiro no Brasil ganha disparado em termos de montante de dinheiro investido para fazer o negócio acontecer. Entretanto, o avanço da transformação digital vem imponto ritmo diferente nas empresas de diversos setores, como é o caso do Varejo. Aliás, essas duas verticais nunca estiveram no mesmo patamar de demanda: falar a língua do cliente, mergulhar no digital, ter eficiência operacional e ser inovador.


E o perfil dos consumidores é um dos fatores para a explosão do digital no cotidiano dos varejistas. Aqui, não há mais espaço para amadorismo ou ambientes tradicionais, o Varejo é uma indústria dinâmica e precisa ser operado da mesma forma. Para o gerente de Marketing da Nutty Bavarian, Danilo Tanaka, a empresa trabalha com foco no digital, principalmente nas redes sociais.

Na contramão do que muita gente pensa, um profissional altamente produtivo não é o que resolve um grande número de tarefas em pouco tempo; na verdade, é aquele que sabe selecionar as poucas atividades que merecem sua atenção — e não desiste até que estejam concluídas.

Entender essa diferença conceitual é o primeiro passo para alavancar o seu rendimento e ter sucesso em um mercado de trabalho cada vez mais exigente, explica Brian Tracy, especialista em administração do tempo e autor do best-seller “Comece pelo mais difícil” (Sextante, 2017

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