A recessão econômica arrasta-se há anos – e, no meio do caminho, muitas pequenas empresas fecharam as portas. A taxa de mortalidade cresceu: dos 1,8 milhão de empreendimentos lançados em 2014, 600 mil (ou 33% deles) fecharam até o final de 2016.

 

Para os negócios que ficaram ou abriram há pouco tempo, o trabalho de redução de custos e despesas continua: o cenário para o segundo semestre deste ano envolve turbulência política, dificuldade em aprovação de reformas econômicas, falta de confiança do consumidor e um Produto Interno Bruto (PIB) em levíssima alta.

Certo de que os juros vão cair até 8,5% ao ano no fim de 2017 e convencido de que a meta da inflação para 2019 deve ser reduzida para 4,25% nesta semana, o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luís Otávio de Souza Leal, estima que o país vai conseguir ultrapassar a crise política e avançar na economia, mesmo sem a aprovação completa das reformas. “A retomada já está ocorrendo”, diz.

 

Para o especialista, o mercado está relativamente tranquilo diante de tanta turbulência política porque confia na credibilidade da equipe econômica, muito mais do que no presidente Michel Temer. “O nome do presidente, hoje em dia, tem muito menos peso para o mercado. Se o Temer vai sair e entrar o Rodrigo Maia importa menos do que se a equipe econômica vai permanecer”, avalia. “Mas, às vezes, o mercado é míope”, ressalta.

 

Quem decide empreender sabe que está prestes a trilhar um caminho nada fácil, com diversos obstáculos pelo caminho. E uma das características marcantes desta caminhada é que aprende-se muito mais na prática do que com a teoria

Porém, isso não quer dizer que quem está começando agora não possa tirar proveito do conhecimento de quem já tem mais experiência.

Em um post na rede social Quora, vários empreendedores com mais experiência responderam à seguinte pergunta: Qual conselho você daria para um empreendedor de primeira viagem?

Selecionados algumas das melhores respostas, que você confere a seguir:

O mais novo cliente dos estabelecimentos comerciais não é apenas o comprador: é o consumidor e o seu smartphone. Segundo estudo da União Internacional de telecomunicações (UIT), já são mais de 7 bilhões de aparelhos no mundo e esse número só tende a aumentar. Só no Brasil, são 236 milhões (dado da FGV-SP). Hoje as pessoas não saem mais de casa sem seus smartphones, tanto que já está sendo estudado até mesmo a doença causada pelo uso excessivo desse aparelhos, chamada de Nomofobia (abreviação de no-mobile-phone phobia, em inglês).  

 

Mas o que esse quadro interfere nos negócios? Muita coisa. A tecnologia móvel e a internet mudaram o modo como as pessoas compram, negociam e interagem umas com as outras. Os novos consumidores são muitos mais informados e exigem uma atenção mais especializada dentro das lojas físicas. Se o ambiente on-line esbanja agilidade, as lojas físicas têm a seu favor a possibilidade de criar experiências completas para seus clientes. Se realizar uma compra, uma refeição ou investir qualquer tempo naquele determinado local for uma experiência memorável, o proprietário tem muitas chances de ver seu cliente voltar.

O retorno de um investimento leva tempo. Mas existem duas estratégias que podem ser usadas para o negócio crescer:  por meio da redução de custos e a partir da diferenciação e inovação no ramo.

Assista ao vídeo aqui.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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