As dificuldades enfrentadas pelos pequenos comerciantes são o destaque da matéria que repercute a entrevista ao CB Poder. Publicada na capa do caderno Cidades do Correio Braziliense.

Os desafios dos lojistas em 2020, as expectativas para 2021, a revitalização da W3 como uma conquista da categoria e um presente para Brasília. Estes foram alguns dos assuntos tratados pelo presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães Pinto, em entrevista exclusiva na terça-feira, 22/12, para o CB Poder, programa transmitido ao vivo pelo Correio Braziliense e TV Brasília.

O Banco Central (BC) adiou o início do funcionamento do Pix Cobrança – com vencimento em data futura – para 15 de março de 2021. A funcionalidade do Pix, antes prevista para começar em janeiro, possibilitará que lojistas, fornecedores, prestadores de serviços, entre outros empreendedores, possam emitir um QR Code para operações de pagamento em data futura, como um boleto. O documento virá com informações como descontos, juros e multas.

Recomendações apresentadas pela Lomadee mostram como essa época pode trazer um retorno financeiro favorável para quem trabalha com vendas on-line
O mês de dezembro carrega uma das datas mais esperadas do ano pelos vendedores digitais: o Natal. Apesar do impacto econômico causado pela pandemia, a data segue próspera para o comércio on-line, visto que números de um estudo desenvolvido pela Neotrust|Compre&Confie revelam que, no terceiro trimestre de 2020, o setor chegou a faturar R$ 33,4 bilhões, aumentando 85,1% em relação ao ano passado.

O Plenário do Senado aprovou o projeto de lei que transforma em política pública permanente o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que havia sido criado como sistema de crédito emergencial para a pandemia de covid-19. O programa também receberá mais recursos. O projeto segue agora para a apreciação da Câmara dos Deputados. O projeto aprovado autoriza o governo a turbinar o Pronampe com recursos não utilizados de outros programas de crédito lançados durante a pandemia de covid-19, desde que prorrogado o decreto de calamidade pública, em vigor até 31 de dezembro deste ano.